Conforme já havia divulgado em 17 de janeiro estava previsto a publicação de documentos que foram emitidos durante o recesso forense. No caso o pedido feito ao Ministro Gilmar Mendes para evitar a posse do atual prefeito e depois um outro pedido feito ao Ministro Napoleão que foram negados, porque ambos julgaram que a alternância de pessoas frente ao executivo poderia prejudicar a cidade e sugeriram aguardar a votação no plenário do TSE.

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