terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Catito Peres adquire direito de usar marca Jornal do Brasil e quer voltar com jornal impresso

Omar Resende Peres (Catito Peres) que é um empresário que gosta de desafios arrendou por 85 anos a marca JORNAL DO BRASIL e tem o desejo de coloca-lo como no passado para circular na forma impressa. Omar Peres é formado bacharel em Administração Bancária e fala fluentemente quatro idiomas: Português, Inglês, Francês e Espanhol.  Já publicou 30 títulos em língua portuguesa e inglesa. Como empresário, desenvolveu empreendimentos ligados à indústria naval e transportes aquaviários, dando ênfase às atividades ligadas à área comercial e industrial, através da promoção de parcerias com empresas estrangeiras. Operou também no ramo de hotelaria, alimentação, entretenimento, comunicação, finanças, esportes e agropecuária.
Em Leopoldina é conhecido como Catito, Todo mundo o chama mesmo por Catito, apelido que ganhou ainda criança, quando Nat King Cole andou por aqui em turnê do único disco que gravou em espanhol e deixou nos salões de baile o refrão do cha Catito, Catito, Catito mio. Só que não é Catito, é cachito, “pedazo de cielo que Dios me dió e seu vínculo com Leopoldina se dá pela história de sua família e tem a Fundação Maria Amália que se localiza no distrito de Tebas, e que se encontra abandonada”. É um empresário que gosta de riscos e desafios, empresários tem fama de ser "toque de Midas", em referência ao rei que transformava em ouro tudo o que colocava as mãos. Ele já foi gerente de um banco em Nova York, nos Estados Unidos, e dono de uma rede de hotéis e restaurantes.
Ficou conhecido nacionalmente depois de ter comprado, a "preço de banana", o endividado Estaleiro Mauá, em Niterói, no Rio de Janeiro, e o vendido por milhões de dólares (ele não revela o valor). Na área da imprensa já atuou, sendo proprietário da TV Panorama, afiliada da Globo em Juiz de Fora, teve uma emissora de rádio arrendada também naquela cidade, sendo o canal arrendado. Em Leopoldina foi o último a pegar a marca Gazeta de Leopoldina, que foi fundada em abril de 1895. O jornal era controlado pela família Junqueira, com destaque para José Monteiro Ribeiro Junqueira, que foi seu diretor, o último exemplar da Gazeta foi o de número 3.115, publicado em abril de 2004, foi um dos jornais mais antigos do país e que nunca mais colocou para circular e também chegou a arrendar por um período a Multisom Rádio Jornal, que também não obteve sucesso, Jornal dos Sports, do Rio de Janeiro e o diário JF Hoje. Na política se arriscou por três quatro e não obteve sucesso, em 1994 pelo PDT disputou como deputado federal, em 2006, pelo PDT, disputou como senador, em 2008, pelo Partido Verde, disputou a prefeitura de Juiz de Fora e em 2010, pelo PSL disputou como deputado Federal.
Enfim, o Catito vingou, viu e venceu, como um Cesar da zona da mata mineira que escolheu o Rio para viver e empreender. Esse mineiro de Leopoldina, pai de duas moças e avô de dois meninos, ressuscitou a Fiorentina, que nos anos dourados do Rio pertencera a seu padrasto Sílvio Hoffmann, e ainda toca a rede de padarias do Guerin, o Bar Lagoa.
No último sábado, dia 11 de fevereiro, o mesmo adquiriu a marca Jornal do Brasil e terá o direito de explora ló por 85 anos, segundo alguns sites e blogs de notícia, mas os dados não foram divulgados oficialmente.
O Jornal do Brasil, Diário e matutino, o Jornal do Brasil foi fundado no Rio de Janeiro (RJ) em 9 de abril de 1891, por Rodolfo de Sousa Dantas e Joaquim Nabuco. Tendo passado por diversas fases em mais de cem anos de história, o JB teve papel crucial na definição dos rumos da imprensa brasileira, sobretudo a partir de 1959, quando passou por uma revolucionária reforma gráfica e editorial. Vítima de longa e severa crise financeira, o periódico teve sua versão impressa extinta em 31 de agosto de 2010, quando passou a existir somente na internet.
Em outubro de 2016 a marca JB não foi arrematada por falta de interessados e estava Avaliada em R$ 3,5 milhões, em primeira convocação, ou em R$ 1,75 milhão, em segunda. O pregão tinha por objetivo arrecadar recursos para quitar dívida trabalhista de R$ 620 mil, reclamada em processo movido contra a empresa por ex-funcionária. O leilão foi determinado em fevereiro, mas acabou suspenso nas duas primeiras datas fixadas porque o “Jornal do Brasil” recorreu da decisão, explicou Marcos Ayeta, advogado da ex-funcionária e sócio do Batalha Advogados. Em agosto, houve um leilão também sem interessados.

O leilão tinha por objetivo beneficiar 70 ex-trabalhadores do “JB” de Rio, Distrito Federal e Espírito Santo. A Companhia Brasileira de Multimídia, do empresário Nelson Tanure, que detém a licença para uso da marca “JB” desde 2001, informou que as ações reclamam direitos de anos anteriores a essa data. E que tenta rescindir na Justiça o contrato que lhe permite usar a marca. O valor pago por Omar Resende Peres não foi divulgado.

 Fontes: OGLOBO, VEJA, Blogs diversos e internet.

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