Omar Resende Peres (Catito Peres) que é um
empresário que gosta de desafios arrendou por 85 anos a marca JORNAL DO BRASIL
e tem o desejo de coloca-lo como no passado para circular na forma impressa.
Omar Peres é formado bacharel em Administração Bancária e fala fluentemente
quatro idiomas: Português, Inglês, Francês e Espanhol. Já publicou 30 títulos em língua portuguesa e
inglesa. Como empresário, desenvolveu
empreendimentos ligados à indústria naval e transportes aquaviários, dando ênfase às atividades
ligadas à área comercial e industrial, através da promoção de parcerias com
empresas estrangeiras. Operou também no ramo de hotelaria, alimentação, entretenimento, comunicação, finanças,
esportes e agropecuária.
Em Leopoldina é conhecido
como Catito, Todo mundo o chama mesmo por Catito, apelido que ganhou
ainda criança, quando Nat King Cole andou por aqui em turnê do único disco
que gravou em espanhol e deixou nos salões de baile o refrão do cha Catito,
Catito, Catito mio. Só que não é Catito,
é cachito, “pedazo de cielo que Dios me dió
e seu vínculo com Leopoldina se dá pela história de sua família e tem a
Fundação Maria Amália que se localiza no distrito de Tebas, e que se encontra
abandonada”. É um empresário que gosta de riscos e desafios, empresários tem fama de ser "toque de
Midas", em referência ao rei que transformava em ouro tudo o que colocava
as mãos. Ele já foi gerente de um banco em Nova York, nos Estados Unidos, e
dono de uma rede de hotéis e restaurantes.
Ficou conhecido nacionalmente
depois de ter comprado, a "preço de banana", o endividado Estaleiro
Mauá, em Niterói, no Rio de Janeiro, e o vendido por milhões de dólares (ele
não revela o valor). Na área da imprensa já atuou, sendo proprietário da TV
Panorama, afiliada da Globo em Juiz de Fora, teve uma emissora de rádio arrendada
também naquela cidade, sendo o canal arrendado. Em Leopoldina foi o último a
pegar a marca Gazeta de Leopoldina, que foi fundada em abril
de 1895. O jornal era controlado pela família Junqueira, com destaque para José
Monteiro Ribeiro Junqueira, que foi seu diretor, o último exemplar da Gazeta
foi o de número 3.115, publicado em abril de 2004, foi um dos jornais mais antigos do
país e que nunca mais colocou para circular e também chegou a arrendar por um
período a Multisom Rádio Jornal, que também não obteve sucesso, Jornal
dos Sports, do Rio de Janeiro e o diário JF Hoje. Na política se arriscou por
três quatro e não obteve sucesso, em 1994 pelo PDT disputou como deputado
federal, em 2006, pelo PDT, disputou como senador, em 2008, pelo Partido Verde,
disputou a prefeitura de Juiz de Fora e em 2010, pelo PSL disputou como
deputado Federal.
Enfim, o Catito vingou, viu e venceu, como um Cesar da zona da mata mineira que escolheu o
Rio para viver e empreender. Esse mineiro de Leopoldina, pai de duas moças e
avô de dois meninos, ressuscitou a Fiorentina, que nos anos dourados do Rio
pertencera a seu padrasto Sílvio Hoffmann, e
ainda toca a rede de padarias do Guerin, o Bar Lagoa.
No último sábado, dia 11 de
fevereiro, o mesmo adquiriu a marca Jornal do Brasil e terá o direito de
explora ló por 85 anos, segundo alguns sites e blogs de notícia, mas os dados não foram divulgados oficialmente.
O Jornal do Brasil, Diário e matutino, o Jornal
do Brasil foi fundado no Rio de Janeiro (RJ) em 9 de abril de 1891, por
Rodolfo de Sousa Dantas e Joaquim Nabuco. Tendo passado por diversas fases em
mais de cem anos de história, o JB teve papel crucial na definição
dos rumos da imprensa brasileira, sobretudo a partir de 1959, quando passou por
uma revolucionária reforma gráfica e editorial. Vítima de longa e severa crise
financeira, o periódico teve sua versão impressa extinta em 31 de agosto de
2010, quando passou a existir somente na internet.
Em outubro de 2016 a marca JB não foi
arrematada por falta de interessados e estava Avaliada
em R$ 3,5 milhões, em primeira convocação, ou em R$ 1,75 milhão, em segunda. O pregão
tinha por objetivo arrecadar recursos para quitar dívida trabalhista de R$ 620
mil, reclamada em processo movido contra a empresa por ex-funcionária. O leilão foi
determinado em fevereiro, mas acabou suspenso nas duas primeiras datas fixadas
porque o “Jornal do Brasil” recorreu da decisão, explicou Marcos Ayeta,
advogado da ex-funcionária e sócio do Batalha Advogados. Em agosto, houve um
leilão também sem interessados.
O leilão tinha por objetivo beneficiar
70 ex-trabalhadores do “JB” de Rio, Distrito Federal e Espírito Santo. A
Companhia Brasileira de Multimídia, do empresário Nelson Tanure, que detém a
licença para uso da marca “JB” desde 2001, informou que as ações reclamam
direitos de anos anteriores a essa data. E que tenta rescindir na Justiça o contrato
que lhe permite usar a marca. O valor pago por Omar Resende Peres não foi
divulgado.
Fontes: OGLOBO, VEJA, Blogs diversos e internet.

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