terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Caso do suposto estupro da Estrada de Tebas a Piacatuba alguns esclarecimentos do fato

Após a notícia divulgada em primeira mão por um site de Muriaé a notícia de uma garota de 14 anos estuprada na zona rural mobilizou a cidade e há comentários de todos os tipos. Na reunião da Câmara de Vereadores, a vereadora Kélvia Raquel, expôs que acompanhou a menina nos procedimentos após o fato acontecido. Hoje trago alguns detalhes como forma de esclarecimento aos meus leitores.
A menina, que extraoficialmente tenho a informação que reside no distrito de Piacatuba com seus familiares, chegou até a CASA LAR no Bairro São Cristovão e a funcionária da entidade ligou imediatamente a vereadora Kélvia que se deslocou para o local. Chegando lá a menina estava em brantos e contou a história para a mesma e neste momento foi acionado o conselho Tutelar e a Polícia Militar. Segundo a vereadora Kélvia a menina nunca frequentou a CASA LAR e entende-se que o suposto elemento é que conhece a instituição e teria ao deixar a garota pediu a funcionária que não deixasse ela sair do local. Kélvia Raquel me explicou que a funcionária viu o elemento, mas não o conhece, depois dos contatos com o Conselho Tutelar e confecção do Boletim de ocorrências pela PM, a menina foi levada até o Hospital para fazer o exame de corpo de delito, que tem por objetivo confirmar o fato em si, o exame foi feito por peritos da polícia civil que assumiu o caso a partir daquele momento. A vereadora inclusive já fez um manifesto pedido que façam um apelo ao governo do estado para disponibilizar um perito do sexo feminino para atender esses casos que envolve as mulheres, crianças e jovens. A PM não logrou êxito em pegar o individuo em flagrante, mas já se sabe o local do fato ocorrido e se tem praticamente os dados do estuprador, só que agora o mesmo só poderá ser preso mediante a um mandato judicial. Segundo a vereadora Kélvia após todos os procedimentos ela não sabe o destino da menina, mas como é de praxe o conselho Tutelar deve ter levado a mesma até a sua mãe. As investigações continuam e o caso deverá ser solucionado pela polícia Civil de Leopoldina. Geralmente nesses casos não há muita divulgação dos fatos para não constranger a vítima e os procedimentos seguem em sigilo, para não atrapalhar as investigações oficiais. Vale ressaltar que casos como esse exigem após o ocorrido um acompanhamento psicológico da vítima que sofreu o estupro, ainda mais, caso a vítima seja virgem, no caso mencionado não temos esses detalhes. Provavelmente o Conselho Tutelar, juntamente com a área social deverá dar um apoio a família da envolvida, pois o fato não mexe só com a pessoa, mas no caso com todo o grupo familiar.
Lembro que a foto publicada no site foi apenas ilustrativa e não é a foto da vítima, que é de menor e não tem seus dados revelados.

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