Neste dia 06 de fevereiro tivemos a primeira reunião ordinária da Câmara de Vereadores de Leopoldina e dos quinze vereadores estiveram quatorze, ausente o Jurandy Fófano Vieira (Didi Piacatuba). A reunião inaugurou o seu novo sistema de som, com novos microfones e reforma em todo o sistema de sonorização e ficou muito bom, muito elogiado pelos poucos presentes, cerca de 11 pessoas , além dos dois secretários do atual governo, o da agricultura, Alfredo Mendes e o Chefe de Gabinete, Luiz Augusto Cabral e o chefe do setor de Imprensa, Júlio César Martins Gonçalves.
A reunião praticamente foi marcada por várias indicações ao executivo por parte de todos os vereadores, são mais de setenta indicações variadas e não tive como acompanhar todas e a diretoria de imprensa deverá me repassar depois as mesmas, algumas que já foram feitas na legislação passada e não atendidas.
Durante as indicações há o momento de discursão e da aprovação e tivemos algumas debates mais acalorados entre os vereadores aos quais irei fazer pequenos comentários, como a hora que o vereador Rosalso Flauzino disse que os vereadores deveriam ser mais inteligentes e ao fazerem indicações ao prefeito, deveriam fazer aos secretários, para evitar que as mesmas ficassem esquecidas sobre a mesa do responsável pelo executivo. Mas pelo seu modo simples de falar e até pelo nervosismo da primeira reunião, mesmo sem perceber foi mal entendido e o vereador Jacques Vilela informou que as indicações chegariam aos secretários, o vereador Elvécio Barbosa reclamou de falar que os vereadores deveriam ser mais inteligentes, mas o Rosalvo tentou explicar que a intenção é fazer com que os secretários recebessem as indicações mais rapidamente, independentemente da comunicação do prefeito. O presidente da Câmara, Darci Portela, explicou que caso o vereador quisesse esse procedimento, ao fazer a indicação ao prefeito coloca-se com cópia ao secretário da pasta envolvida.
Outro momento que chamou a atenção foi quando o vereador Jacques Vilela vez a indicação focalizando a Ponte Jorge de Souza (Ponte Arranchador) e verificou que as medidas adotadas pela Prefeitura foram paliativas e que permanece um grande risco de acidentes. Jacques chegou a fazer um vídeo mostrando a real situação da ponte, com inúmeras rachaduras na parte de baixo em toda sua extensão.
Para ratificar sua preocupação, o vereador chegou a jogar um pouco de água na parte de cima da ponte e constatou que o líquido rapidamente se infiltrou nas rachaduras e saiu direto em baixo da estrutura de concreto.Mas durante a indicação o mesmo disse que havia conversado a instantes com o secretário Alfredo Mendes que disse que a ponte foi uma doação do governo do estado para o município e que as placas de concreto não foram fabricadas aqui e que a prefeitura foi responsável pela colocação da mesma no local, mas que a mesma vinha pronta. Ele ainda disse que entraria com um requerimento pedindo detalhes da obra, o vereador Rosalvo em sua discursão do assunto disse que o mesmo deveria fazer a indicação e se ele sabia quanto a prefeitura gastou na mesma e o Jacques respondeu: que gastou mais de R$ 105.000,00 e a ponte foi construída em 2015 e inaugurada em 2016, Rosalvo perguntou se saberia informar se o setor de engenharia acompanhou a obra, Jacques informou que ele mesmo já tinha visto o Secretário de Obras, José Márcio fiscalizando a obra e que em conversa na parte da tarde o mesmo falou o mesmo que o Alfredo já havia falado. Jacques disse que não entendeu a construção da ponte onde as vigas ficam na parte lateral da ponte e não dão sustentação aonde passa realmente o peso e que iria fazer um requerimento pedindo um laudo técnico de qual capacidade suportaria a mesma, Rosalvo ressaltou que o mesmo deveria ser mantido e o vídeo preparado não foi apresentado na sessão conforme estava programado.
Para ratificar sua preocupação, o vereador chegou a jogar um pouco de água na parte de cima da ponte e constatou que o líquido rapidamente se infiltrou nas rachaduras e saiu direto em baixo da estrutura de concreto.Mas durante a indicação o mesmo disse que havia conversado a instantes com o secretário Alfredo Mendes que disse que a ponte foi uma doação do governo do estado para o município e que as placas de concreto não foram fabricadas aqui e que a prefeitura foi responsável pela colocação da mesma no local, mas que a mesma vinha pronta. Ele ainda disse que entraria com um requerimento pedindo detalhes da obra, o vereador Rosalvo em sua discursão do assunto disse que o mesmo deveria fazer a indicação e se ele sabia quanto a prefeitura gastou na mesma e o Jacques respondeu: que gastou mais de R$ 105.000,00 e a ponte foi construída em 2015 e inaugurada em 2016, Rosalvo perguntou se saberia informar se o setor de engenharia acompanhou a obra, Jacques informou que ele mesmo já tinha visto o Secretário de Obras, José Márcio fiscalizando a obra e que em conversa na parte da tarde o mesmo falou o mesmo que o Alfredo já havia falado. Jacques disse que não entendeu a construção da ponte onde as vigas ficam na parte lateral da ponte e não dão sustentação aonde passa realmente o peso e que iria fazer um requerimento pedindo um laudo técnico de qual capacidade suportaria a mesma, Rosalvo ressaltou que o mesmo deveria ser mantido e o vídeo preparado não foi apresentado na sessão conforme estava programado.
Em outro momento mais caloroso foi quando a vereadora Kélvia Raquel apresentou uma indicação solicitando ao executivo que faça um esforço para a regularização das doações de casas e terrenos aos moradores de vários bairros da cidade, como Nova Leopoldina, Popular e outros e sugeriu a realização de uma audiência pública para tratar do assunto, mais uma vez o vereador Rosalvo interpelou e disse que uma audiência pública só se tivessem algo de concreto para apresentar aos moradores e não criar ou fazer promessas como todos os anos acontece nas campanhas eleitorais, Kélvia disse que não se sujeitaria a tal papel de iludir o povo, mas a audiência seria para discurtir o assunto, o vereador Rogério Machado (Suíno) fez um aparte dizendo que a prefeitura se não pudesse pagar pelas escrituras, liberasse para quem pudesse pagar e aqueles sem condições se veria o que pudesse ser feito, Kélvia agradeceu a sugestão e disse que discursão nesse sentido só acrescentava e Rosalvo retrucou dizendo que ele também fez um comentário útil, Dr. José Ferraz disse que o importante não é fazer audiência pública, mas é para cumprir a Lei e citou que o Bairro Popular já tem tudo normalizado, só falta liberar as escrituras e que há anos esse assunto é debatido e em um governo quando o assunto entrava em pauta a oposição votava contra só para atrapalhar a resolução.
A reunião teve seu prosseguimento e algumas moção de aplausos a algumas pessoas ou instituições e moções de pesar a algumas pessoas que faleceram nos últimos dias.
O Vereador Valdilúcio Malaquias fez uma representação ao CEFET de Leopoldina e de Belo Horizonte sugerindo uma parceria da instituição com o SENAI visando fazer cursos técnicos para a população de Leopoldina.

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